45º “WebhD” de Lisboa: Comportamentos Políticos e Medicina Regenerativa.

Quarta-feira, 3 de junho de 2020, 19:30 – 21:00, no canal do PuhbD de Lisboa no YouTube.

A tolerância e o comportamento político nas sociedades europeias e, o desenvolvimento de órgãos artificiais para transplantes em humanos serão os temas à conversa no 45º PubhD de Lisboa – versão online.

Face à situação atual de contenção da propagação do novo vírus associado à doença Covid-19, e até nos ser possível regressar ao bar, as sessões PubhD de Lisboa vão realizar-se online.

PubhD de Lisboa reúne investigadores de doutoramento numa conversa informal, para explicarem a sua investigação em linguagem acessível e responderem a perguntas. Cada apresentação terá a duração de 10 minutos, seguida de 25 minutos para perguntas, que poderão ser colocadas através da janela de chat do YouTube.

Os oradores

viriato
Paradoxo da Tolerância. Créditos: pictoline.com

Viriato Queiroga (Comportamentos Políticos) tem como objetivo  compreender de que forma as circunstâncias políticas e económicas da Europa , nomeadamente o crescimento das Extremas-Direitas e do Populismo, influenciam a tolerância dos cidadãos em 32 democracias europeias.

Além disso, pretende estudar o impacto de tendências políticas e crises económicas, de modo a contribuir para que investigadores e órgãos decisores tenham as ferramentas necessárias para combater  a intolerância face a diversos grupos sociais, melhorando a qualidade de vida desses grupos.

O Viriato é investigador do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa (IUL) e desenvolve o seu trabalho de doutoramento no ISCTE-IUL. Os seus interesses relacionam-se sobretudo com a participação política e a inclusão de todos os membros da sociedade.

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Fígado humano em 3D. Créditos: medicalgraphics.de

Joana Almeida (Medicina Regenerativa) pretende criar um fígado artificial para transplantação em humanos. No seu projeto de doutoramento , na área de células estaminais e órgãos artificiais humanos,  está a produzir células do fígado para serem, posteriormente, incorporadas no órgão gerado em laboratório, atribuindo-lhe função. O seu trabalho não só permitirá o transplante de fígados artificiais, como o estudo de doenças hepáticas em laboratório.

A Joana é licenciada em Biologia Celular e Molecular e, durante o seu mestrado investigou a doença do fígado gordo. O seu trabalho de doutoramento decorre agora entre o Centro de Investigación Biomédica de Aragón (CIBA) da Universidade de Zaragoza e o iBET – Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica.

Pode assistir à sessão online aqui, mas se quiser colocar perguntas através da janela de chat, aceda ao nosso canal no YouTube.

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