O livro PubhD de Lisboa 2018

No calor do verão, polvilhe as férias com curiosidade. O livro PubhD de Lisboa 2018 tem de tudo – ciências, humanidades, engenharias e artes – os 19 temas de conversa nas sessões PubhD de Lisboa de 2018.

Como é que partículas de ouro podem curar o cancro? Qual a utilização do software open-source nas rádios comunitárias? Que impacto está a ter o aquecimento dos oceanos nos ecossistemas do Pacífico? Com que fragmentos se faz uma história do vidro? As respostas a estas e a outras perguntas estão no livro PubhD de Lisboa 2018.

As ilustrações de Cirenia Arias Baldrich e os textos de Sérgio Pereira juntam-se num livro que é uma extensão no tempo e no espaço da magia que é o projeto PubhD de Lisboa.

Biologia marinha, ciência política, engenharia do ambiente, arquitetura ou astrofísica são apenas algumas das áreas em foco em 2018, com identificação dos investigadores e dos centros onde realizam o seu trabalho. Faça com que estas páginas se abram e espalhem curiosidade!

Torne-o real apoiando com o que puder na angariação de fundos através da plataforma de crowdfunding PPL, em:

Queremos imprimir pelo menos 300 exemplares, a enviar por correio ou a entregar-lhe pessoalmente na sessão de lançamento a ter lugar em julho no Má Língua, em Lisboa, ou nas sessões regulares do PubhD de Lisboa.

O modelo de apoio da plataforma PPL é “tudo ou nada” – o livro PubhD de Lisboa 2018 só será publicado se o valor pedido for atingido, de contrário, os apoios serão integralmente devolvidos aos apoiantes.

Muito obrigado!

A tempo de o ler na praia ou na tenda, cabe na mala ou na mochila:

• Formato horizontal, 16 x 11,5 cm
• 40 páginas (19 ilustrações)
• Papel 120 gr/m2
• Impresso em Portugal


O PubhD de Lisboa é uma iniciativa gratuita, sem fundos próprios, organizada em regime voluntário, no tempo livre, e com muita paixão, por Sérgio Pereira, Carolina Figueira e Inês Leitão.
Facebook: https://www.facebook.com/PubhDLisboa/

Twitter: https://twitter.com/PubhDLisboa

Cirenia Arias Baldrich é cientista e desenhadora, produzindo desenhos e animações que comunicam temas de ciência de forma descontraída. Ela está no Facebook e no Twitter.

35º PubhD de Lisboa Comunicação de Ciência, e Fusão Nuclear

Quarta-feira, 10 de abril de 2019, 19:30 – 21:00, no Má Língua.

Água como combustível na produção de energia limpa e segura através da fusão nuclear, e uma nova comunidade profissional que estabelece laços entre a ciência e a sociedade, serão os temas em conversa na sessão de abril do PubhD de Lisboa.

ATENÇÃO: O PubhD de Lisboa mudou de casa. As sessões são agora no Má Língua, na Graça.

O PubhD de Lisboa reúne investigadores de doutoramento e pós-doutoramento no ambiente informal de um bar, para explicarem a sua investigação em linguagem acessível e responderem a perguntas. Cada apresentação terá a duração de 10 minutos, seguida de 25 minutos para perguntas.

Os oradores

Interior do maior dispositivo de pesquisa experimental de Fusão Nuclear, o JET (Joint European Torus), situado em Culham, no Reino Unido.
Interior do maior dispositivo de pesquisa experimental de Fusão Nuclear, o JET (Joint European Torus), situado em Culham, no Reino Unido. Durante a operação do JET, este torna-se o local mais quente do sistema solar. Créditos: EUROfusion (https://www.euro-fusion.org/)

Luís Guimarãis (Fusão Nuclear) está a trabalhar no desenvolvimento de uma fonte de produção de eletricidade que seja barata e que não produza gases causadores de efeito de estufa.

O combustível será a água e o processo será a fusão nuclear, um processo seguro e limpo de produção de energia, semelhante ao que ocorre no interior do Sol, e que é objeto de um grande esforço mundial para que se torne realidade.

O Luís é investigador de pós-doutoramento no Instituto Superior Técnico e no Max-Planck Institut fur Plasmaphysik. Com formação em física e engenharia, o seu principal interesse de investigação é o diagnóstico e análise de dados de fusão nuclear.

Feira de Ciência em Washington.
Feira de Ciência em Washington, Laboratório Nacional de Oak Ridge. Créditos: Genevieve Martin/ORNL

Manuel Leite Valença (Comunicação de ciência) está a estudar os profissionais que trabalham na área da comunicação e que estão ligados a instituições de investigação ou divulgação científica em Portugal.

Esta é uma comunidade profissional emergente no nosso país, por conseguinte ainda pouco conhecida, mas que assume uma importância crescente na ligação entre a ciência e a sociedade.

O Manuel é investigador de doutoramento no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. É ele próprio comunicador de ciência, com experiência tanto em centros de ciência como em instituições universitárias.

Se quiser estar sempre a par dos próximos eventos do PubhD de Lisboa, subscreva a nossa mailing list (apenas um e-mail por mês). Siga-nos também no Facebook.

O PubhD de Lisboa tem uma nova casa

Má Língua
Má Língua
Rua da Senhora do Monte, 1C
Lisboa

O Má Língua é a nova casa do PubhD de Lisboa.
Fica na Rua da Senhora do Monte, 1C, à Graça, bem perto do mercado de Sapadores.
É servido por várias carreiras da Carris, e o elétrico 28 pára quase à porta.

Neste restaurante de petiscos, seja a língua boa ou má, as opções do menu são de a deixar de molho.

Quanto ao “acompanhamento”, ciclos de cinema, exposições, poesia e concertos partilham o programa com as conversas mensais do PubhD de Lisboa.

O piso inferior oferece um espaço amplo e reservado, ideal para os oradores fazerem o que sempre fizeram: dar à língua…, com muita partilha de perguntas e descobertas fascinantes!

Aqui nos encontramos a 13 de março, para o 34º PubhD de Lisboa.

Mapa

O PubhD de Lisboa procura uma casa

Federico Ienna - por Catarina Guerreiro
Federico Ienna no 15º PubhD de Lisboa. Créditos: Catarina Guerreiro.

Depois de mais de dois anos no Bar Irreal, onde fomos sempre muito bem acolhidos – muito obrigado! – , sentimos que precisamos de renovar, de mais espaço e de melhor acústica.

Se conheces um bar, associação cultural, clube, centro cultural ou livraria com bar, por favor partilha connosco na zona de comentários aqui em baixo, ou pelo grupo no facebook. Muito obrigado!

De que é que o PubhD de Lisboa precisa para se sentir em casa?

  • Um local perto de transportes públicos regulares.
  • Um ambiente acolhedor e informal de convívio.
  • Uma sala com capacidade para +40 pessoas.
  • Boa acústica e com pouca interferência do ruído do restante espaço e do exterior.
  • Um programa cultural que acolha o PubhD, e reserva gratuita da sala.
  • Bebidas a preços acessíveis e comidas, ou petiscos para uma refeição ligeira.
  • Staff simpático e hospitaleiro.

Obrigado!

33º PubhD de Lisboa : Engenharia do Ambiente, e Física de Partículas

Quarta-feira, 12 de dezembro de 2018, 19:30 – 21:00, no Bar Irreal.

A contaminação da água e dos solos agrícolas por produtos farmacêuticos, e a procura de “novos bosões de Higgs” para explicar alguns teimosos enigmas, como a “matéria escura” ou a quase ausência de anti-matéria, serão os temas em conversa na sessão de dezembro do PubhD de Lisboa.

O PubhD de Lisboa reúne investigadores de doutoramento no ambiente informal de um bar, para explicarem a sua investigação em linguagem acessível e responderem a perguntas. Cada apresentação terá a duração de 10 minutos, seguida de 25 minutos para perguntas.

Os oradores

Detetor do acelerador de partículas LHC, do CERN
Detetor do acelerador de partículas LHC, do CERN.

Duarte Azevedo (Física de Partículas) pretende descobrir novos “bosões de Higgs”, o que vem do seu interesse em compreender as características das partículas elementares, aquelas que não se podem dividir em elementos ainda mais pequenos.

O Duarte considera a possibilidade de existirem outras partículas com características semelhantes às do famoso bosão de Higgs. Estas partículas poderão explicar alguns dos teimosos enigmas sobre o Universo, tais como a chamada “matéria escura”, ou o destino que teve a anti-matéria no início do Universo.

Duarte Azevedo é investigador de doutoramento no Centro de Física Teórica e Computacional da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Ensaio de hidroponia da cultura de alface em soluções contaminadas por fármacos.
Ensaio de hidroponia da cultura de alface em soluções contaminadas por fármacos. Créditos: Inês Leitão

Inês Leitão (Engenharia do Ambiente) quer perceber até que ponto os produtos farmacêuticos, muitas vezes encontrados em águas subterrâneas e superficiais, podem ser absorvidos por plantas cultivadas para fins alimentares.

Este estudo, que a Inês está a focar numa planta concreta, a alface, pretende também conhecer os mecanismos de defesa que esta e outras plantas podem desenvolver contra aqueles compostos. Visa ainda investigar o risco para o consumidor, a longo prazo, da acumulação de fármacos no solo e nas plantas.

Inês Leitão é investigadora de doutoramento no Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa. É mestre em Engenharia do Ambiente e tem o bichinho por investigar a bioquímica das plantas. Dar aulas ocupa também parte do seu tempo, e esse é um dos seus objetivos futuros.

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