43º PubhD de Lisboa: Medicina e Relações Internacionais.

Quarta-feira, 11 de março de 2020, 19:30 – 21:00, no Má Língua.

As diferenças na pigmentação da pele, e a geopolítica da Alemanha, serão os dois temas em conversa na sessão do 43º PubhD de Lisboa.

O PubhD de Lisboa reúne investigadores de doutoramento no ambiente informal de um bar, para explicarem a sua investigação em linguagem acessível e responderem a perguntas. Cada apresentação terá a duração de 10 minutos, seguida de 25 minutos para perguntas.

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As oradoras

Pigmentação da pele alterada pela doença autoimune vitiligo.
Pigmentação da pele alterada pela doença autoimune vitiligo.
Créditos: Nadine Mot Mitchell via Flickr

Liliana Lopes (Medicina) tem como objetivo compreender porque temos cores de pele diferentes. Para isso desenvolve na sua investigação técnicas que permitam ajustar a cor da pele, no caso de doenças em que a pigmentação se alterou.

A Liliana é estudante de doutoramento no Centro de Investigação em Doenças Crónicas (CEDOC) da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa. O seu percurso académico começou no Algarve, mas a sua origem é do centro de Portugal. Para além de se dedicar à ciência, gosta de desportos coletivos e de jogos online.

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Porta de Brandeburgo, símbolo da cidade de Berlim, Alemanha. Créditos: Marisa Fernandes

Marisa Fernandes (Relações Internacionais) desenvolve a sua investigação na área de Estratégia e Geopolítica. O principal objetivo do seu trabalho é perceber se existe ou não uma Geopolítica da Alemanha e de que forma esta pode influenciar a Política Externa Alemã. O seu principal foco são os governos liderados por Helmut Kohl a Angela Merkel.

No seu trabalho, os eixos da cultura, economia e defesa são analisados de modo a perceber quais os padrões que surgem através das decisões da política alemã.

A Marisa defendeu a sua tese de doutoramento em Estudos Estratégicos no Instituto Superior de Ciências Sociais e Politicas da Universidade de Lisboa.

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40º PubhD de Lisboa: Especial “Infinitamente Pequeno”

Quarta-feira, 4 de dezembro de 2019, 19:30 – 21:00, no Má Língua.

Converter computadores em cientistas, e procurar nos aceleradores de partículas sinais de Física ainda desconhecida, serão os dois temas em conversa na sessão especial dedicada ao infinitamente pequeno.

O PubhD de Lisboa de dezembro decorre como evento de comunicação de ciência integrado no programa de um workshop internacional na área da Física de Partículas, organizado pelo Laboratório de Instrumentação e Partículas (LIP).

O PubhD de Lisboa reúne investigadores de doutoramento no ambiente informal de um bar, para explicarem a sua investigação em linguagem acessível e responderem a perguntas. Cada apresentação terá a duração de 10 minutos, seguida de 25 minutos para perguntas.

Os oradores

O detetor CMS.
O detetor CMS, no grande colisionador de hadrões (Large Hadron Collider-LHC), no Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN). Créditos: Giles Strong

Giles Strong (Informática aplicada à Física de Partículas) converte computadores em cientistas, para conseguirmos compreender a avalanche de informação que recolhemos sobre o infinitamente pequeno e daí retirarmos conhecimento sobre as interações físicas fundamentais no Universo.

O Giles desenvolve ferramentas de análise de dados que permitem conhecer o Universo em maior detalhe, e podem poupar muitos anos de trabalho (assim como milhões de euros). Estas ferramentas permitem também planear as experiências futuras.

Nota: esta apresentação e a sessão de perguntas-e-respostas serão feitas em inglês.

O Giles é investigador de doutoramento no Laboratório de Instrumentação e Partículas-Instituto Superior Técnico (LIP/IST) e investigador no CMS, um detetor de partículas no Centro Europeu de Pesquisa Nuclear-CERN. Através do seu blogue, publica alguns textos de comunicação do seu trabalho ao público geral.

Desintegração da partícula que explica porque as outras partículas têm massa - o bosão de Higgs.
Imagem obtida na experiência ATLAS, no Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN), em que é representado o processo de desintegração da partícula que explica porque as outras partículas têm massa – o bosão de Higgs.

Ricardo Barrué (Física de Partículas) pretende utilizar a partícula que explica porque as outras partículas têm massa – o chamado bosão de Higgs – para detetar sinais minúsculos e ainda desconhecidos que nos levem mais perto de compreender a origem do Universo e como ele se tornou naquilo que é hoje.

O Ricardo é estudante de doutoramento no Laboratório de Instrumentação e Partículas (LIP). Para além de um apaixonado pela física e pelo cérebro humano, descreve-se como um curioso de ginja e amante de tudo o que é estranho e interessante.

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39º PubhD de Lisboa: Biologia Marinha e Medicina

Quarta-feira, 13 de novembro de 2019, 19:30 – 21:00, no Má Língua.

Novos métodos de diagnóstico e terapia para o cancro da mama, e a conservação das mantas gigantes no México serão os dois temas em conversa na sessão do 39º PubhD de Lisboa.

O PubhD de Lisboa reúne investigadores de doutoramento no ambiente informal de um bar, para explicarem a sua investigação em linguagem acessível e responderem a perguntas. Cada apresentação terá a duração de 10 minutos, seguida de 25 minutos para perguntas.

As oradoras

Andreia Ferreira (Medicina) procura descobrir formas de impedir a progressão do cancro da mama, com aplicações no diagnóstico e terapia desta doença.

A Andreia é investigadora de doutoramento no Centro de Estudos de Doenças Crónicas (CEDOC) da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa. É mestre em Genética Molecular e Biomedicina. É açoriana da ilha de Santa Maria, e gosta de jogar basquetebol e de ir ao cinema.

Marcação de mantas gigantes para seguimento por satélite.
Créditos: Deni Ramirez

Madalena Cabral (Biologia Marinha) está a contribuir para a preservação das mantas gigantes no mar do México. Para isso procura perceber os seus padrões de migração, nomeadamente assinalando os indivíduos que são depois acompanhados por satélites.

Madalena Cabral é investigadora de doutoramento na Universidad Autónoma Baja California Sur, no México.

A Madalena apaixonou-se desde cedo pelos encantos do mergulho e a sua atividade já passou por vários países. Entre as suas experiências estão a observação de tartarugas, recifes de coral e uma participação especial num documentário sobre cachalotes e jamantas, realizado nos Açores.

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38º PubhD de Lisboa Biotecnologia, e Decrescimento Económico

Quarta-feira, 9 de outubro de 2019, 19:30 – 21:00, no Má Língua.

Acelerar a investigação em áreas como a das vacinas ou da terapia génica, e avaliar iniciativas que respeitam os limites ecológicos da Terra, serão os dois temas em conversa na sessão do 4º aniversário do PubhD de Lisboa.

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Os oradores

Decrescimento Económico
Créditos Bárbara Castro – Ilustradora
https://degrowth.org/2014/12/01/new-book-release-degrowth-a-vocabulary-for-a-new-era/

Inês Cosme (Decrescimento Económico) investiga o papel da sociedade civil, das empresas e do Estado na transformação do atual modelo de relações económicas e sociais. O seu objetivo é o de pensar a conversão de um sistema baseado na competição para um sustentado na cooperação e na solidariedade.

A sua investigação explora a ideia de decrescimento sustentável, uma visão crítica do crescimento económico como indicador de desenvolvimento de um país. Nesta investigação foi criada uma ferramenta de análise que avalia o contributo de iniciativas públicas e privadas para uma sociedade focada no bem-estar, na cooperação e no respeito pelos limites ecológicos do planeta.

Inês Cosme é investigadora no Center for Environmental and Sustainability Research (CENSE) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. É formada em Engenharia do Ambiente, mas depois afastou-se da tecnologia para se apaixonar pelo papel do comportamento das sociedades na construção de um futuro sustentável.

 

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Créditos: Miguel Ricardo Guerreiro

Miguel Guerreiro (Biotecnologia) procura acelerar a investigação em áreas como a das vacinas ou da terapia génica. Para isso está a desenvolver sensores, de tipo biológico, que permitirão detetar e quantificar vírus de forma mais simples e rápida do que os métodos atuais. 

O Miguel é investigador no Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (iBET) e no Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier – Universidade Nova de Lisboa (ITQB-NOVA). Vírus e cultura de células fazem parte do seu dia-a-dia, mas fora do laboratório gosta de jogos de tabuleiro, fotografia e do seu Sporting C.P.

 

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36º PubhD de Lisboa: Antropologia e História da Ciência

Quarta-feira, 5 de junho de 2019, 19:30 – 21:00, no Má Língua.

Os processos que permitem ou impedem o acesso e permanência de estrangeiros em território português, e o contexto no Portugal pós 25 de abril que conduziu ao atual sistema da investigação científica, serão os temas em conversa na sessão de junho do PubhD de Lisboa.

ATENÇÃO: O PubhD de Lisboa mudou de casa. As sessões são agora no Má Língua, na Graça.

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Os oradores

Logotipo do Instituto Nacional de Investigação Científica (1976-1992)

Hugo Soares (História da Ciência) está a pesquisar a política científica no Portugal pós 25 de abril, de 1976 a 1992, através da história do Instituto Nacional de Investigação Científica, entidade responsável pela atribuição de bolsas de investigação e pelo financiamento dos centros de investigação universitários.

Este trabalho pretende compreender o contexto que originou, não apenas a grande expansão da atividade científica no nosso país, mas também o atual sistema da investigação científica – as bolsas, o emprego científico, os estatutos de investigadores, etc. A pesquisa do Hugo poderá também informar as opções políticas nesta área para o futuro.

Hugo Soares é investigador de doutoramento no Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia (CIUHCT), na Universidade Nova de Lisboa (FCT-NOVA). A sua formação de base é em Ciências Naturais e Ciências da Educação. Desenvolve também actividade na área do livro e das técnicas de impressão.

Créditos: Ricardo Mussa (via Expresso).

Mafalda Carapeto (Antropologia do Estado) está a investigar o processo de controlo da mobilidade na fronteira externa portuguesa.

Na sua pesquisa, mais do que os dispositivos jurídicos que filtram a entrada e permanência de estrangeiros em Portugal, a Mafalda quer conhecer os processos de avaliação subjacentes à decisão, e os procedimentos que permitem ou impedem o acesso e permanência no território nacional.

Mafalda Carapeto é investigadora no programa DANT, Doutoramento em Antropologia da Universidade de Lisboa, um programa conjunto entre o Instituto de Ciências Sociais e o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. É mestre em antropologia (tese disponível aqui).

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