38º PubhD de Lisboa Biotecnologia, e Decrescimento Económico

Quarta-feira, 9 de outubro de 2019, 19:30 – 21:00, no Má Língua.

Acelerar a investigação em áreas como a das vacinas ou da terapia génica, e avaliar iniciativas que respeitam os limites ecológicos da Terra, serão os dois temas em conversa na sessão do 4º aniversário do PubhD de Lisboa.

O PubhD de Lisboa reúne investigadores de doutoramento no ambiente informal de um bar, para explicarem a sua investigação em linguagem acessível e responderem a perguntas. Cada apresentação terá a duração de 10 minutos, seguida de 25 minutos para perguntas.

Os oradores

Decrescimento Económico
Créditos Bárbara Castro – Ilustradora
https://degrowth.org/2014/12/01/new-book-release-degrowth-a-vocabulary-for-a-new-era/

Inês Cosme (Decrescimento Económico) investiga o papel da sociedade civil, das empresas e do Estado na transformação do atual modelo de relações económicas e sociais. O seu objetivo é o de pensar a conversão de um sistema baseado na competição para um sustentado na cooperação e na solidariedade.

A sua investigação explora a ideia de decrescimento sustentável, uma visão crítica do crescimento económico como indicador de desenvolvimento de um país. Nesta investigação foi criada uma ferramenta de análise que avalia o contributo de iniciativas públicas e privadas para uma sociedade focada no bem-estar, na cooperação e no respeito pelos limites ecológicos do planeta.

Inês Cosme é investigadora no Center for Environmental and Sustainability Research (CENSE) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. É formada em Engenharia do Ambiente, mas depois afastou-se da tecnologia para se apaixonar pelo papel do comportamento das sociedades na construção de um futuro sustentável.

 

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Créditos: Miguel Ricardo Guerreiro

Miguel Guerreiro (Biotecnologia) procura acelerar a investigação em áreas como a das vacinas ou da terapia génica. Para isso está a desenvolver sensores, de tipo biológico, que permitirão detetar e quantificar vírus de forma mais simples e rápida do que os métodos atuais. 

O Miguel é investigador no Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (iBET) e no Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier – Universidade Nova de Lisboa (ITQB-NOVA). Vírus e cultura de células fazem parte do seu dia-a-dia, mas fora do laboratório gosta de jogos de tabuleiro, fotografia e do seu Sporting C.P.

 

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