22º PubhD de Lisboa

Bioengenharia, Ciências da Comunicação, e Desenhos com Ciência

8 de novembro, 19h30 – 21h30, no Bar Irreal

Na 22ª sessão do PubhD de Lisboa vamos falar sobre formas mais económicas para produzir as chamadas células estaminais, células que podem ser usadas na reconstituição de tecidos do corpo humano. Vamos falar também sobre como as novas tecnologias alteram as formas de relacionamento amoroso.

E teremos na galeria do Bar Irreal uma exposição que junta desenho e ciência: “PlantLab Sketching” é uma exposição de desenhos feitos no Dia Aberto 2017 do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier (ITQB NOVA), em Oeiras, e que será apresentada por uma das organizadoras.

O PubhD de Lisboa reúne investigadores de doutoramento, ou pós-doutoramento, no ambiente informal de um bar, para explicarem a sua investigação em linguagem acessível e responderem a perguntas. Cada apresentação terá a duração de 10 minutos, seguida de 20 minutos para perguntas.

Os oradores:

Investigador do laboratório Food & Drug Administration (EUA) a analisar células estaminais.
Investigador do laboratório Food & Drug Administration (EUA) a analisar células estaminais.

As células estaminais são células indiferenciadas e que podem ser usadas para produzir células especializadas, por exemplo, na reconstituição de tecidos celulares do corpo humano.

Cátia Bandeiras (Bioengenharia) procura tornar a produção de células estaminais mais barata e mais acessível. Isso irá apoiar as decisões dos produtores de células estaminais, tanto ao nível económico como no processo de aprovação clínica para novas terapias.

A Cátia é investigadora no Instituto Superior Técnico e no Institute for Data, Science and Society do MIT, nos EUA. Interessa-se por abordagens computacionais para tornar novas terapias mais eficazes e acessíveis ao público.

É também blogger de viagens e da vida de estudante de doutoramento. O seu blog chama-se “A Pulgarita“.

Ilustração de Laura Liedo
Ilustração de Laura Liedo, parte de um conjunto de imagens que a artista Laura Liedo fez para Rita Sepúlveda no contexto da sua investigação.

Rita Sepúlveda (Ciências da Comunicação) procura perceber de que forma a adoção das novas tecnologias afetou as dinâmicas dos relacionamentos amorosos.

Partindo do online dating e dos utilizadores portugueses do website Tinder, a Rita quer saber quem são, o que fazem, o que procuram e o que os motiva.

Desta forma pretende conhecer como a procura de parceiros amorosos se alterou com a introdução de plataformas digitais e dispositivos eletrónicos, como as redes sociais online e o telemóvel.

A Rita é investigadora no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, do Instituto Universitário de Lisboa. Começou o seu percurso no marketing, sempre à procura de respostas aos porquês. Um deles é o papel das tecnologias da informação e da comunicação (TIC) na procura do “amor”.

PlantLab Sketching

Neste dia 8 de novembro inaugura no Bar Irreal, a casa do PubhD de Lisboa, uma exposição que junta arte e ciência, “PlantLab Sketching”. As imagens expostas foram concretizadas no âmbito do Dia Aberto 2017 do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier, da Universidade Nova de Lisboa (ITQB NOVA), em Oeiras.

Os autores desenharam ao vivo durante visitas guiadas a laboratórios de Biotecnologia de Plantas e noutras actividades do evento que celebrou a investigação que se faz no ITQB NOVA, o Dia Mundial da Metrologia e o Dia Internacional do Fascínio das Plantas.
Mais informações em: http://rabiscos.itqb.unl.pt

Rita Caré, ilustradora e ligada à ciência, vai falar-nos destas imagens expostas agora no Bar Irreal e até 30 de novembro. O ITQB NOVA co-organizou esta actividade com o CiB – Centro de Informação de Biotecnologia, e o Foto&Sketchers 2 Linhas.

Consulte também a notícia no website do ITQB e do CiB.

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18º PubhD de Lisboa: Antropologia, Arqueologia e Desenho

10 de maio, 19:30 -21:30, no Bar Irreal

No PubhD de maio vamos falar de um conjunto de festas com mais de 150 anos que se celebram numa povoação do Estado de Mato Grosso, no Brasil, da relação entre as estradas e o território na Lusitânia romana, e da forma como os artistas exploram a sua experiência pessoal através do desenho e do livro de artista.

O PubhD de Lisboa reúne três investigadores de doutoramento, ou pós-doutoramento, no ambiente informal de um bar, para explicarem a sua investigação em linguagem acessível e responderem a perguntas. Cada apresentação terá a duração de 10 minutos, seguida de 20 minutos para perguntas.

Dicionário pessoal ilustrado.
Dicionário pessoal ilustrado, apresentado uma visão critica e criativa sobre a cidade das Caldas da Rainha. Créditos: Filipa Pontes.

Filipa Pontes está a investigar a relação entre o desenho e o livro de artista na perspetiva das formas como o artista explora a sua experiência pessoal e a relaciona com os significados culturais e sociais à sua volta.

Esta perspetiva é designada por autoetnografia, e a Filipa pretende discutir o desenho autoetnográfico como campo de produção artística e de investigação.

A Filipa Pontes está a fazer o seu doutoramento na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Pós-graduada em Ilustração Criativa em Barcelona, colabora com instituições relacionadas com arte, cultura e educação em vários países ao nível de projetos e formações.

"Festança", um conjunto de três festas em Vila Bela da Santíssima Trindade.
“Festança”, um conjunto de três festas em Vila Bela da Santíssima Trindade: Divino, São Benedito e Santíssima Trindade.

“Festança” é como uma comunidade de negros em Vila Bela da Santíssima Trindade, a oeste de Mato Grosso, chamam a um conjunto de festas católicas que realizam há mais de 150 anos. São festas que misturam tradições católicas e africanas, assim como tradições portuguesas.

Heloisa Afonso Ariano quer conhecer o projeto de sociedade que este conjunto de festas celebra, bem como os conflitos a que dão lugar. O resultado poderá ser um reconhecimento desta festa como património nacional.

A Heloisa está a fazer um estágio doutoral na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É antropóloga e professora na Universidade Federal de Mato Grosso, dedicando-se ao estudo de culturas populares, religiosidade e património.

Estrada romanaMaria José de Almeida procura compreender a ligação entre as estradas e o território na Lusitânia romana.

É investigadora de doutoramento na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi professora no 2º ciclo e técnica de arqueologia e museologia em câmaras municipais. Trabalha na área de sistemas de informação na Direção Geral do Livro, dos Arquivos e da Biblioteca.

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